Onde me traduzo

 

    Sempre escrevi. Desde criança. Impelida por uma estranha força, aconteça o que acontecer, escrevo. Nas horas em que não o faço, escrevo mentalmente. De alguma forma, isso ajuda-me na relação com o mundo físico, ao qual, repetidamente, sinto que não pertenço.

    É pura necessidade. Não porque tenho respostas, mas perguntas. É como se o mundo se tornasse um pouco melhor quando me encontro com ela: a escrita.

    Amo a literatura em si. Embora faça parte de outros mundos, sei que sou mais eu quando entro nela: na literatura.

Ada Abaé

2 comentários:

  1. Este seu blog é um colírio para os olhos. Um suave e discreto bom gosto.
    Parabéns

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    1. Ah, muito obrigada, Maria Alexandre. Que prazer a sua visita. Grata. Abraço!

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“As palavras ganham nova vida quando partilhadas.
Agradeço o seu tempo e as suas palavras.”