Sempre escrevi. Desde criança. Impelida por uma estranha força, aconteça o que acontecer, escrevo. Nas horas em que não o faço, escrevo mentalmente. De alguma forma, isso ajuda-me na relação com o mundo físico, ao qual, repetidamente, sinto que não pertenço.
É pura necessidade. Não porque tenho respostas, mas perguntas. É como se o mundo se tornasse um pouco melhor quando me encontro com ela: a escrita.
Amo a literatura em si. Embora faça parte de outros mundos, sei que sou mais eu quando entro nela: na literatura.
Ada Abaé
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Este seu blog é um colírio para os olhos. Um suave e discreto bom gosto.
ResponderEliminarParabéns
Ah, muito obrigada, Maria Alexandre. Que prazer a sua visita. Grata. Abraço!
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